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domingo, 6 de fevereiro de 2011

Filmes e novelas transpiram sexualidade

Entre seus truques, os humoristas pioneiros tinham uma arma infalível para provocar o riso da plateia: imitar e exagerar os trejeitos femininos. A receita funcionou, inclusive, quando essas situações começaram a ser registradas e exibidas no cinema.

Por muito tempo, menções à homossexualidade ficaram relegadas ao plano da comédia rasgada. Em 1978, já haviam sido produzidos centenas de títulos com diferentes formas de sexualidade, quando A Gaiola das Loucas, comédia pastelão, modificou o tratamento que os personagens homossexuais recebiam. Até então, o protagonista era promíscuo ou não tinha sentimentos além do fato de gostar de pessoas do mesmo sexo.
filme ítalo-francês apresentou o primeiro casal gay estável, com conflitos comuns a qualquer relacionamento. O sucesso foi tanto que houve continuação, dois anos depois, além de versões para Hollywood e o teatro. É bem verdade que a fórmula de humor contribuiu para que a trama ganhasse fôlego, mas o marco estava feito. Leia mais...

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Não há certo nem errado. Cada um deve ser respeitado como é.

A primeira coisa que o médico diz quando vê o pênis do bebê é: "É menino!". Quando vê a vagina, avisa: "É menina!". Mas será que só os órgãos sexuais e reprodutores (testículos, ovários, útero) são suficientes para bater o martelo sobre quem realmente a pessoa é? E por toda a vida?

Independentemente dos fatores orgânicos, biológicos e genéticos, a sexualidade é desenvolvida entre o indivíduo e o meio em que nasce e vive (não seria considerada uma opção), segundo o psicólogo Paulo Oswaldo Júnior. "Cada um descobre quem realmente é com o tempo. Até as preferências sexuais podem mudar ao longo da vida." Leia mais

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

A sexóloga Regina Navarro Lins estará no "Hora do Blush"

Nesta quarta (19/01) a sexóloga Regina Navarro Lins estará no "Hora do Blush", programa apresentado pela jornalista Isabella Saes, pela rádio SulAmérica Paradiso. A sexóloga é conhecida por suas declarações polêmicas e pelos livros "Cama na Varanda" e "Na Cabeceira da Cama" onde fala de amor sem sexo, sexo sem amor, infidelidade e novas formas de relacionamento. Divertido e eclético, o programa, é um contraponto ao stress da hora do rush e traz informações sobre sexo, astrologia, saúde, beleza, lazer e, claro, comentários inteligentes sobre as principais notícias do momento. Sempre ao vivo, o "Hora do Blush" pode ser ouvido de segunda a sexta-feira, entre 17h e 19h. O blush também está disponível pelo site da SulAmerica Paradiso (www.sulamericaparadiso.uol.com.br) e os ouvintes poderão participar do bate-papo por e-mail (horadoblush@sulamericaparadiso.com.br) e twitter(@sparadiso). Leia mais...

Enfermeira americana é suspensa após traçar paciente terminal

Rio - Uma enfermeira amaricana, que admitiu ter feito sexo com um paciente luta para conseguir novamente sua licença de enfermagem. Amber Van Brunt perdeu a permissăo após ter mantido relações com um paciente com a doença de Lou Gehrig. O homem identificado como Reiter estava em fase terminal. Leia mais...

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Sex shops mudam e se tornam 'butiques sensuais'

O antigo modelo de sex shop, instalado em lugares escuros e escondidos, ficou para trás no Brasil, dando espaço a instalações amplas e sofisticadas, que oferecem desde os tradicionais brinquedos adultos até academia de ginástica erótica e happy hour sensual – só para mulheres. Leia mais...

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Educação Sexual para Muçulmanos

Um livro cujo objectivo é educar os jovens muçulmanos para a sexualidade sem desrespeitar a doutrina islâmica está a causar polémica no Paquistão.
A obra, cujo título inglês é Educação Sexual para Muçulmanos, foi escrita por um psiquiatra de 81 anos.
Mobin Akhtar escreveu o livro porque considera que a ausência de discussão sobre sexo no Paquistão tem sérias consequências no país.  Leia mais...

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Ariadna vai manter segredo sobre sua sexualidade no BBB

Vai ser como nas novelas: o público saberá de tudo o que se passa na trama, mas os personagens, não. A cabeleireira Ariadna não deve contar aos outros participantes do Big Brother Brasil 11, ao menos no início do reality show, que é transexual. "Ela disse pra gente que não vai falar", escreveu Boninho, diretor do programa, no seu Twitter. Quando a Globo anunciou os convocados para a nova edição do BBB, os participantes já estavam confinados em um hotel, no Rio, e não ficaram sabendo do bochicho em torno de Ariadna. Leia mais...